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domingo, 19 de abril de 2015

Cruzeiro é tudo de bom e com dólar congelado R$ 2,89 MSC é melhor ainda :)

 
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Turismo celebra a riqueza da cultura indígena

Roteiro apoiado pelo Ministério do Turismo leva visitantes para conviver com índios no interior da maior floresta tropical do planeta.


Os índios têm uma influência marcante na identidade do nosso país. A cultura brasileira se moldou a partir de hábitos culinários indígenas, de manifestações culturais tupiniquins e de seus inúmeros idiomas. Por 
ocasião do dia 19 de abril, data em que se comemora o Dia do Índio, o Ministério do Turismo faz uma homenagem aos 817 mil indígenas que vivem hoje no país, distribuídos por 305 etnias - e que mantém seus costumes em 274 idiomas.

Nomes de diversos destinos turísticos são tupiniquins, como Aracaju (SE), que significa cajueiro das araras; Bertioga (SP) que significa morada do peixe branco; Guarapari (ES), armadilha de pássaros; e Itajaí (SC), rio pedregoso. Os mais numerosos são os Tikunas, residente no Amazonas; os Guarani Kaiowás, do Mato Grosso do Sul; e os Kaingang, do Sul do Brasil, de acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai). Há populações indígenas em todos os estados, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE, realizado em 2010. A maior parte se concentra na região Norte, principalmente no Amazonas.

Lá vivem os índios Dessana, Tukano, Tuyuca, Tatuia e Uanano, que podem ser visitados pelos turistas que participam do roteiro Tucorin: Turismo Comunitário no Baixo Rio Negro, apoiado pelo Ministério do Turismo. O roteiro de experiência oferece atividades de ecoturismo em meio à floresta amazônica. O visitante pode acompanhar a produção agrícola e os hábitos das comunidades locais. O acesso é por via fluvial e para chegar até algumas comunidades é necessário percorrer trilhas a pé pela floresta.

Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, por exemplo, o visitante acompanha celebrações e ritos indígenas, além de produzir alimentos caseiros com receitas locais, como doces e compotas. Também pode experimentar técnicas artesanais de pesca, produzir artesanato com sementes nativas, resíduos de madeira, fibras da planta arumã e cipós tingidos, além de caminhar por trilha em meio à floresta e tomar banho de cachoeiras. E no fim do dia, repousar na casa de moradores locais e dormir em redes.

O roteiro é um dos 23 trabalhados pelo projeto Talentos do Brasil Rural, que tem como objetivo inserir produtos e serviços da agricultura familiar à oferta turística brasileira. Cerca de 400 empreendimentos em 54 municípios fazem parte do projeto, que é uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os roteiros, que foram escolhidos por meio de chamada pública, foram mapeados, apresentados ao mercado turístico, receberam consultoria especializada e apoio à comercialização.

Fotos de: Leopoldo Silva

Fonte: http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20150417_2.html

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pra curtir o friozinho....

O inverno faz crescer a procura de turistas por algumas das cidades mais frias do país. Para fugir da mesmice de lareira, vinho e fondue, destacamos atividades para entreter pessoas de todos os gostos e idades em alguns dos principais destinos de inverno do Brasil, com passeio de trem, caminhadas pela natureza e esportes radicais. Agora ninguém mais vai ter desculpas para não sair debaixo do cobertor.
Quem busca um refúgio de inverno sem sair muito de perto da capital paulista pode encontrar na vizinha Santo André. A vila de Paranapiacaba surgiu em 1865 durante a construção da primeira ferrovia do estado de São Paulo (ainda é possível chegar à vila de trem partindo da estação da Luz). Criada para abrigar os funcionários da companhia britânica São Paulo Railway, tem na charmosa arquitetura tipicamente inglesa seu principal diferencial.
Na parte baixa da vila ficam as principais construções históricas, incluindo os museus ferroviário e o Castelinho, que é o mais marcante projeto arquitetônico da vila. Fica lá também o antigo mercado, hoje transformado em um centro cultural. Na parte alta se encontra a igreja de Bom Jesus, construída em 1889, e diversas trilhas que podem ser percorridas com a com guias credenciados, incluindo uma travessia de oito horas até Cubatão pela Serra do Mar. Para mais contato com a natureza, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba tem mais de 4.000 km² de trilhas, aves e animais silvestres, bromélias, orquídeas e até um circuito de arvorismo.
Eduardo Vessoni/UOL
O visual cenográfico da Trilha do Mirante é um dos mais impressionantes de todo o roteiro
Anualmente a vila ainda realiza o Festival de Inverno com diversas apresentações de MPB, rock, jazz e música clássica. A edição deste ano começa neste final de semana, dias 19 e 20, e segue no próximo, dias 26 e 27, com Simoninha, Mônica Salmaso, Mariana Aydar e Clube do Balanço, entre as atrações.
É um dos mais procurados destinos de inverno do país. Localizado na Serra da Mantiqueira a 1.628 metros acima do nível do mar, é o mais alto município brasileiro considerando a sede administrativa. A geografia contribui para o clima frio, chegando a registrar temperaturas negativas, que aliada à arquitetura com estilo alpino, garante à cidade a fama de Suíça brasileira. 
Seus bares e sua gastronomia são os principais atrativos da cidade, principalmente na badalada vila Capivari. Mas não faltam passeios para quem quer fugir das multidões no inverno e conhecer a fundo Campos do Jordão. A começar pelo passeio à fábrica da Baden Baden, uma das mais tradicionais cervejarias artesanais do país, onde é possível conhecer o processo de fabricação a cerveja, além de degustar as diferentes variedades da bebida. Vale também sair para explorar a natureza da região. Mais acessível é a subida ao morro do Elefante, a 1.800 metros de altitude, que proporciona uma bela vista panorâmica da cidade. O acesso pode ser feito de carro ou por teleférico.
Débora Costa e Silva/UOL
Araucárias e casarões com arquitetura típica dos alpes suíços fazem parte da paisagem de Campos do Jordão
Mas quem estiver disposto a mais desafio pode visitar a Pedra do Baú. O complexo do Baú, como é chamado, é um conjunto de gigantescas rochas que chega a 1.950 metros de altitude em seu ponto culminante, justamente na Pedra do Baú. A opção mais fácil é uma caminhada pelo lado de Campos do Jordão, mas quem quiser conhecer esse cenário excêntrico de perto pode apostar em um passeio de cerca de oito horas, que é considerado um dos programas mais incríveis da região para quem gosta do contato com a natureza. O complexo também é bastante frequentado por amantes de escalada.
Para completar ainda vale um passeio de trem pela bela Serra da Mantiqueira. Até o dia 3 de agosto a cidade também realiza o Festival de Inverno, o maior evento de música clássica da América Latina, com apresentações diárias em diversos pontos de Campos do Jordão.
A Cidade Imperial foi a segunda cidade planejada do Brasil (atrás de Recife), construída a pedido do imperador Dom Pedro I na terra que anos antes havia encantado seu pai, Don Pedro II. Localizada no topo da Serra da Estrela, conjunto pertencente à Serra dos Órgãos, apresenta arquitetura que tem no Palácio Imperial seu principal ícone. Em 1943 o local foi transformado no Museu Imperial, guardando boa parte da mobília, obras de arte, joias, como a coroa de Dom Pedro I, e objetos pessoais da família real. 
Marcel Vincenti/UOL
O Museu Imperial expõe coroas e vestimentas usadas por D. Pedro II e família
Nas ruas dos arredores do palácio, diversos casarões compõem o cenário, incluindo A Encantada, como é conhecida a pitoresca casa que foi do pai da aviação, Santos Dumont. Transformada em museu em sua homenagem, é o segundo ponto turístico mais visitado.
Petrópolis também marcou a história do país em 1853, quando foi inaugurada a primeira marca de cerveja do Brasil, a Bohemia. Recém reformado, o local abriga hoje um museu temático e interativo com tudo sobre a bebida. Outro passeio cervejeiro é à fábrica da Itaipava, no distrito de mesmo nome. A charmosa região se destaca também como polo gastronômico, com restaurantes premiados, além de sofisticadas pousadas e lojas de artesanato.
Teresópolis (RJ)
Assim como Petrópolis, Teresópolis está localizada na Serra dos Órgãos e, por lá, a natureza é o principal destaque. Três grandes parques ecológicos se encontram nos limites da cidade, o Parque da Serra dos Órgãos, o Parque Estadual Três Picos e o Parque Natural Montanhas de Teresópolis.
Ernesto de Castro/Divulgação Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos mais belos atrativos da região de Petrópolis e Teresópolis
Inúmeras trilhas levam a cenários com abundante Mata Atlântica e grandes formações rochosas como a Pedra do Sino, Dedo de Deus, Mulher de Pedra e Pedra da Tartaruga. É considerada a capital nacional do montanhismo, com desafios para todos os níveis de esportistas.
Extraterrestres, duendes, curandeiros e passagens subterrâneas para Machu Picchu. As lendas são só parte da mística que envolve a cidade de São Thomé das Letras. Um dos municípios mais altos do país, situado a 1.450 metros acima do nível do mar, a cidade tem uma aura hippie que, combinada com a abundante beleza natural do lugar, transforma em um destino único. Cercada pela Serra da Mantiqueira, as ruas e casas são quase todas construídas com blocos de quartzito (abundante na região), criando uma aparência pitoresca.
Por lá uma das atividades preferidas de turistas e moradores é a contemplação. Dentro do Parque Municipal Antônio Rosa seus três pontos mais altos, conhecidos como Cruzeiro, Pedra da Bruxa e Pirâmide, são concorridos mirantes. É comum ficarem cheios no final da tarde, com pessoas tocando violão, apresentações pirotécnicas e o lindo pôr-do-sol da Serra da Mantiqueira.
Marcel Vincenti/UOL
Casal observa o centro de São Thomé das Letras desde o topo da gruta de São Tomé, ao lado da igreja matriz da cidade
Outro passeio recomendado é visitar a Gruta do Carimbado, cuja lenda garante que a passagem chega até as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru. Os meses de julho e agosto são os mais concorridos na cidade, com as férias escolares, o friozinho do inverno e Festival de Agosto, antes conhecido como Festival da Colheita, que traz atrações musicais para a cidade. Esse ano o destaque é o cantor Zé Ramalho, que se apresenta no dia 23.
O casal da Letônia Werner e Emília Grinberg buscavam uma região para se fixar com características que lembrassem sua terra de origem. Encontraram na Serra da Mantiqueira, a 1.500 metros de altitude. Isso foi em 1936, mas até hoje é justamente esse “ar europeu” que mais chama atenção de quem passa por Monte Verde. O que os turistas encontram são paisagens exuberantes, temperaturas baixas e um clima romântico, principalmente devido às casas em estilo alpino. A influência europeia, principalmente de alemães, suíços e italianos, está por toda parte, dando toque especial à gastronomia local.
Divulgação
Monte Verde possui um estilo de arquitetura tipicamente europeu que se mistura às belas paisagens
Mas quem não tá muito interessado só em curtir o clima romântico, pode aproveitar para explorar a Serra da Mantiqueira. Seja de jipe 4x4, quadricíclos, a cavalo, de bicicleta ou a pé: não faltam opções de roteiros com boas doses de adrenalina. Duas tirolesas que somadas chegam a quase um quilômetro de extensão também são opções ao marasmo de cidade pequena, cruzando um dos vales da região e proporcionando vistas espetaculares.
Serra Catarinense
Quem quer frio de verdade pode encontrar nas cidades que compõem a Serra Catarinense. São Joaquim, Urupema, Urubici e Bom Jardim da Serra são os municípios em que é mais comum a precipitação de neve no país. Por lá, todo ano, a paisagem esverdeada dos campos e araucárias são tomadas pelo branco, chegando a congelar a água das cachoeiras.
Conhecida como Planalto Serrano, a região é dominada por campos de altitude, florestas e grandes cânions. O turismo se dá, principalmente, na zona rural das cidades, com fazendas centenárias transformadas em hospedagens. É uma boa oportunidade para uma imersão na cultura campesina gaúcha, com direito a chimarrão, pinhão, camargo (que é café com leite recém retirado da vaca) e muitas histórias contadas pelos tropeiros ao redor da fogueira.
Creative Commons/Arthur Puls
Neve encobre vegetação de São Joaquim, na Serra Catarinense
Com apenas 4.000 habitantes, Bom Jardim da Serra tem uma das paisagens mais bonitas do Estado. A Serra do Rio Rastro é cortada por uma estrada sinuosa de 15 quilômetros, chagando a uma altitude de 1.460, e recheada de mirantes que, em dias de céu limpo, proporciona vistas incríveis da cadeia de montanhas até o mar. Já em Urubici ficam alguns dos melhores pontos para a pratica de turismo de aventura, como rapel, canoagem, cavalgadas e trilhas. Os visitantes não podem perder o Morro da Boa Vista, com 1.827 metros de altitude, e o Morro do Convento, com 1.822 metros, e seu cartão-postal, Pedra Furada.
Guaramiranga (Ceará)
O calor do Nordeste dá uma trégua a cerca de 100 km de Fortaleza. Não é que em Guaramiranga chegue a nevar, ou coisa do tipo. Em julho a temperatura mínima não desce além dos 12°. Mas o clima serrano do Maciço de Baturité é um alento para quem está cansado das altas temperaturas da capital cearense.
A natureza é a principal atração por lá. Com apenas uma rua asfaltada, a pequena cidade tem perto de seu centrinho a entrada para o Parque das Trilhas, com 114 hectares de Mata Atlântica, onde é possível fazer caminhadas, tirolesa e rapel. Um pouco mais distante está o Pico Alto, subindo a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti e até as dunas do litoral cearense nos dias mais claros. Nos fins de tarde turistas e moradores se misturam nas escadarias da igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição para comtemplar o Pôr-do-sol.
Creative Commons/Otávio Nogueira
Vista do Pico Alto, a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti.
Fonte: http://viagem.uol.com.br/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Brasil recebeu 1 milhão de estrangeiros durante a Copa, diz Governo

O governo federal divulgou nesta segunda-feira (14) o balanço das ações desenvolvidas durante a Copa e informou que um milhão de turistas estrangeiros visitaram o Brasil durante o Mundial. Os turistas brasileiros viajando pelo pais no período da competição foram três milhões, de acordo com os números apresentados pelo ministro-chefe da Casa Civil.
O número supera em cerca de 400 mil pessoas a previsão do Ministério do Turismo, que era de que 600 mil estrangeiros viessem ao Brasil durante a Copa. O Balanço foi apresentado em Brasília, no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) nacional da Copa. Além da presidente Dilma Rousseff, 16 ministros participaram da apresentação.
De acordo com a pesquisa divulgada na ocasião, desenvolvida pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os estrangeiros vieram de 203 países diferentes. Destes, turistas de 188 países tinham ingressos para o Mundial.
Segundo o governo, 95% dos estrangeiros têm intenção de voltar ao Brasil. Cada turista estrangeiro ficou, em média, 13 dias no Brasil, e 83% disseram que o país "atendeu plenamente ou superou suas expectativas". Ao todo, 378 municípios foram visitados pelos estrangeiros durante a Copa.
Ao todo, 16,7 milhões de passageiros voaram dentro do território nacional durante a Copa, do dia 10 de junho ao dias 13 de julho. O aeroporto que mais recebeu viajantes foi o de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, com 3,8 milhões neste período. Os números relativos aos aeroportos foram divulgados nesta segunda-feira (14) pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.
O dia de maior movimento aéreo foi em 3 de julho, quando 548 mil passageiros voaram pelo país. O recorde do Carnaval é de 467 mil passageiros voando em um único dia, e no final do ano, no período do Natal e Ano Novo, o recorde é de 420 mil passageiros em um único dia. 
O aeroporto de Brasília recebeu 1,6 milhão de passageiros; o Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 1,8 milhão e o de Congonhas, em São Paulo, 1,3 milhão nos dias da Copa do Mundo.
Fonte: Aiuri Rebello
Do UOL, em Brasília

Estrangeiros que visitaram o Brasil na Copa querem voltar

Pesquisa revela que 95% dos visitantes internacionais têm intenção de retornar ao país. Para 83% deles, a experiência turística superou ou atendeu plenamente as expectativas.

Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial. A maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade e gastronomia, com 98% e 93% de aprovação respectivamente.

A segurança pública brasileira foi avaliada positivamente por 92% deles. Os táxis, informações turísticas e transporte públicos foram aprovados por nove em cada 10 visitantes internacionais e os aeroportos por oito em cada dez. “O Brasil se mostrou preparado para sediar um evento desse porte. Agora temos o desafio de transformar o interesse do estrangeiro em negócios para o país e benefícios para a população, com a geração de emprego e renda”, diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages.

A pesquisa revela ainda que os brasileiros são mais críticos que os estrangeiros. O atendimento e a receptividade são considerados positivos para 90,5% dos turistas domésticos, e a segurança por 83,8% - 7,5 e 8,2 pontos percentuais abaixo da avaliação internacional respectivamente. Os estádios foram aprovados por 92% dos brasileiros e 98,2% dos estrangeiros.

O estudo mostra ainda que o Mundial beneficiou mais que as 12 cidades-sede. Os turistas estrangeiros, que permaneceram em média 13 dias no país, estiveram em 378 municípios brasileiros, incluindo as cidades-sede.

De acordo com o estudo, um total de 3.056.397 brasileiros circularam pelo país durante a Copa. São Paulo foi o principal estado emissor, com 858.825 pessoas. Em segundo lugar apareceu o Rio de Janeiro (260.527), seguido da Bahia (220.021). Minas Gerais ficou em quarto lugar (204.425) e o Paraná em quinto: 165.694.

A avaliação dos turistas domésticos e internacionais foi feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) respectivamente. A pesquisa ouviu 6.627 estrangeiros e outros 6.038 brasileiros desde o início do Mundial.


Além dos turistas a pesquisa ouviu a opinião da imprensa internacional. Os atrativos turísticos foram o quesito mais bem avaliado, com 98,4% de aprovação, seguida da diversão noturna e da informação turística, com 96,2% e 90%. Praticamente todos (96,5%) os profissionais de mídia recomendariam uma viagem ao Brasil para amigos e familiares.   



Fonte: Assessoria de Comunicação Social - Ascom/MTur


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Observação de baleias é atração no litoral do país

O turismo de natureza está entre os segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% ao ano.

A Copa do Mundo está chegando ao fim, mas as opções turísticas do país devem manter o visitante pelo país por mais algum tempo. Entre julho e novembro, os amantes da natureza e da preservação da fauna e flora, podem curtir um grande espetáculo nas águas do litoral brasileiro, com a contemplação de baleias. Os cetáceos costumam buscar as águas quentes do Brasil nesta época, para acasalar, dar à luz e alimentar seus filhotes.

O turismo de natureza é um dos segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% - e inclui a observação de aves, insetos, flores, baleias, entre outros. De acordo com o Ministério do Turismo e a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), este segmento tem atividades em mais de 120 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Inglaterra, Argentina, África do Sul e Brasil.



O ministro do Turismo, Vinicius Lages, afirma que pelo menos 10% dos turistas em todo o mundo são adeptos do turismo ecológico e boa parte dos estrangeiros que costuma visitar o Brasil com esta finalidade, conforme dados da Organização Mundial do Turismo (OMT). “Pelo menos 46,8% dos visitantes internacionais que chegam ao país buscam lazer, especialmente com sol e praia, além de atividades de ecoturismo”, disse.

Ainda segundo pesquisadores do segmento, a observação de baleias movimenta cerca de 13 milhões de pessoas ao ano e gera uma receita de US$ 2 bilhões na economia mundial - e empregos para mais de 13 mil pessoas. Na América Latina, entre 1998 a 2006, o crescimento do segmento foi de 11,3%, segundo organismos de preservação das espécies, como o Fundo Internacional do Bem estar Animal (IFAW) e a Sociedade de Conservação de Baleias e Golfinhos (WDCS).

Os principais locais de observação dos cetáceos no Brasil estão no litoral da Bahia e no Parque Nacional Marinho de Abrolhos, onde predomina a presença de baleias jubarte. Também no litoral sul, em Santa Catarina, existe a Área de Proteção Ambiental de baleias francas, que abrange aproximadamente 130 km e envolve nove municípios catarinenses: Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, laguna, Jaguaruna, Tubarão e Içara.  

A visita ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos acontece de julho a novembro quando é possível ver as baleias da espécie jubarte. Famosas por seus malabarismos aquáticos, as jubarte dão saltos espetaculares e fazem belos movimentos de cauda. Elas conseguem elevar o corpão de até 16 metros para fora da água, mostrando as longas barbatanas. Elas gostam de se aproximar dos barcos e nadar ao seu redor. As jubartes também são vistas no sul da Bahia, que inclui as cidades como Prado e Cumuruxatiba.

Já no litoral Sul de Santa Catarina o avistamento embarcado está suspenso desde 2012, por meio de uma liminar, e a questão vem sendo discutida na justiça. Contudo, na beira da praia e nos inúmeros costões de pedras que margeiam algumas praias do litoral catarinense, é possível ver os cetáceos bem de perto. As baleias francas já estiveram ameaçadas de extinção, mas hoje, segundo estimativa da bióloga do APA da Baleia Franca, Karina Groch, pelo menos 100 baleias devem chegar ao litoral sul nesta temporada e a população de baleias tem aumentado em média 12% ao ano.

Fonte:Assessoria de Comunicação Social - Ascom/MTur
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