Plataformas e aplicativos que se integram e facilitam o compartilhamento
das mais variadas informações por toda a internet. O Turismo é sem dúvidas por
motivos diversos, um dos setores mais influenciados
pelo conceito de Web 2.0.
O turista hoje, mais informado, torna-se agente de sua própria viagem.
Constrói o seu próprio roteiro e desbrava em rede novos destinos antes
inimagináveis. O Turismo 2.0 proporciona o surgimento de novos players no mercado, que ao utilizar
daquela velha fórmula de focar em nichos específicos e ao aplicar muitas
estratégias de mercado online, conseguem por diversas vezes aumentar os seus markets share.
Experiências de terceiros são compartilhadas na web em comunidades de
viagens, redes sociais e blogs. Além de suporte para consultas, com
e-brochuras, informações de roteiros e mapas detalhados, são breves exemplos do
extenso e diversificado conteúdo online referente a um destino e/ou equipamento
turístico, que influenciará decisões de usuários cada vez mais exigentes.
Com tanta informação detalhada e de fácil acesso, sem dúvidas o turista
terá muita facilidade em escolher o melhor destino para curtir as próximas
férias em família ou decidir os melhores hotéis para as suas viagens de
negócios, certo? Não necessariamente!
Experimente analisar as opiniões referentes a um hotel em alguma comunidade
de viagens como o Trip Advisor; opiniões tão divergentes e contraditórias em
relação ao mesmo equipamento surgirão. Eu sei, desde sempre cada um tem a sua
opinião e existe até ditado para isso. Mas temos que concordar, caso
informações não sejam filtradas não estaremos tornando os processos mais
simples.
Se não tornarmos os processos mais simples, perderemos mais tempo
planejando a viagem do que curtindo. Pior que isso, é perder muito tempo
planejando e ainda decidir errado, não é mesmo? Provavelmente esse turista
voltará chorando para o seu agente de viagens.
Não são somente os viajantes que estão
confusos, hoteleiros e comerciantes do trade
turístico também estão. Ao tentar compreender as mudanças tecnológicas do
mercado, e comportamentais dos turistas, acabam por perder o foco na essência
de seus negócios: O atendimento.
Seguem abaixo algumas dicas para Gestores de PME’s em Turismo posicionarem
os seus negócios online de forma otimizada, considerando baixo orçamento de
marketing.
Informações úteis e detalhadas
Não faça de seu website um simples e
estático “cartão de negócios”, nem pense que um website “bonitinho” fará toda a
diferença. “Content is King”. Abuse
de textos, imagens e vídeos de qualidade.
Todos os dias usuários navegam na internet com perguntas sobre o seu
mercado, se você não tiver condições de respondê-los, algum concorrente terá.
Um conteúdo original, dirigido e de
qualidade facilitará no indexamento de suas páginas nos mecanismos de busca
como o Google, dessa forma irá aumentar a visibilidade e tráfego do website.
Integre o website com Redes Sociais através da instalação de widgets (aqueles “iconezinhos”), visando
o compartilhamento das informações.
Você precisa descobrir como interagir com
o seu público nas redes sociais. Ofereça algo original, seja através de notícia
ou comentário, usuários são ultra-sensíveis à empresas que apenas propagam os
seus produtos e não agregam valores para as suas necessidades. Desenvolva também conteúdo em outros
canais através de comentários em blogs especializados, notícias, artigos,
histórias, opiniões e interações forums.
Sites de Turismo e Viagens, Parceiros
e Canais de Distribuição Online
Amplie seus canais de distribuição e busque parceiros online.
Exemplos para determinados equipamentos turísticos: Agregadores de hotéis,
sites de compras coletivas,
e-marketplaces.
Crie contas em sites de avaliação, diretórios e em redes sociais voltadas
ao segmento. Mantenha as suas contas atualizadas e com informações de contato,
descrições de serviços e ofertas, além de muitas fotos e vídeos.
Os viajantes compartilharão experiências
É tudo uma questão de expectativa. Não
pode cumprir, então não ofereça.
Pense que ferramentas da Web 2.0 surgem
como canais de atendimento pré/durante/pós-venda.
Não é uma questão de pessimismo, porém,
precisa agradar um tanto quanto para um cliente fazer um comentário positivo
espontâneo na rede. Ao mesmo tempo que não precisa desagradá-lo tanto assim
para ele expor a sua insatisfação.
Alertas do Google, TripAdvisor e Twitter irão ajudá-lo a acompanhar
comentários referentes a sua empresa, enquanto ferramentas de monitoramento de
reputação ajudará a fazer o gerenciamento.




