Banner Ad

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Tem que conhecer: Salto /SP

Salto, uma pequena cidade com 100mil habitantes a 100 Km da capital , tenta cada vez mais desenvolver seu potencial de estância turística.

 

O que fazer em Salto:

De todos os passeios possíveis, o Parque Rocha Moutonné é o mais exótico. Primeiro parque ecológico e geo-histórico da América do Sul, ele tem formações rochosas com marcas de glaciação da era paleozóica. Já o Parque de Lavras é um bom passeio para contemplação – a usina hidrelétrica (1906), desativada há mais de 40 anos, foi feita com granito róseo e seus jardins com bromélias são encantadores. Se a intenção é mexer o esqueleto, o Parque do Lago é mais indicado: tem ciclovia, pista de cooper, quadras, playground e pista de aeromodelismo. Mas se você apenas quer ver o tempo passar, vá ao Convívio D. Pedro II, uma rua cheia de sorveterias, lanchonetes e restaurantes.


O que visitar em Salto:

Pontos turísticos

Cachoeira
Praça Dr. Archimedes Lammoglia - Centro
O rio Tietê começou a se formar a 65 milhões de anos atrás e até o século XX ele era limpo, possibilitando a pesca. O rio Tietê nasce na Serra do Mar em Salesópolis/SP e deságua no rio Paraná, em direção ao interior, por isso foi muito importante para os Bandeirantes, os quais vinham das cidades litorâneas, e pelo rio desbravavam os sertões do Estado e do País.
O rio Tietê em nossa região é muito acidentado, pois estamos sobre uma faixa denominada fall-line (linha de queda). Neste local, o rio Tietê, apresenta sua maior queda d'água. 
No século XX, todos viajantes que passavam pelas cidades de São Paulo e Itu e vinham a “Salto de Itu” para ver a cachoeira. O imperador D. Pedro II visitou a cachoeira por duas vezes.
Nossa cidade se chama Salto devido a esta cachoeira. Este mesmo acidente geográfico também deu o nome a cidade vizinha de Itu, que em tupi-guarani significa “salto”. A cidade chamou “Salto de Itu” até 1917, quando fora tirado o aposto Itu do nome de nossa cidade.

Monumento à Fundação
Praça Antônio Vieira Tavares - Centro - Salto/SP - em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora do Monte Serrat
Grupo de cinco estátuas criadas pelo escultor Murilo Sá Toledo.
Em 16 de junho de 1698, o Capitão Antônio Vieira Tavares e sua mulher, dona Maria Leite, fizeram benzer, pelo padre Felipe de Campos, a capela dedicada a Nossa Senhora do Monte Serrat, erguida em seu Sítio Cachoeira. As terras, mais tardes doadas pelo casal à capela, viera a constituir o território de Salto.
À memória dos fundadores e de sua iniciativa ergueu-se este monumento, como expressão do respeito e da gratidão do povo da cidade de Salto.

Praça do Granito de Salto

Localizada no Jardim Itaguaçu - a 2 km do centro da cidade.
Inaugurada em 21 de abril de 2007, é o elo entre o monumento à Padroeira e o Parque de Lavras. Abriga a nova portaria do Parque de Lavras. É uma homenagem aos canteiros (cortadores de pedra), que foi uma atividade intensa na cidade na primeira metade do século XX, e também mostra um pouco dos vários tipos de granito róseo que podem ser encontrados em nossa cidade.

 Monumento à Padroeira
Praça João Paulo II, s/nº - Jd. Itaguaçu - a 2 km do centro da cidade.
Com 30 metros de altura em concreto armado, o Monumento à Padroeira foi edificado em homenagem a Nossa Senhora do Monte Serrat. É o maior monumento a Maria em todo o mundo e, no Brasil, só é menor que o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.  A imagem da ponta da cruz aos pés tem 17 metros, a base tem 5,50 metros e a rampa de acesso conta com 7,50 metros, totalizando 30 metros. 

 Igreja Matriz de Nossa Senhora do Monte Serrat
Praça da Bandeira, s/nº - Centro
Construída em 1936, ocupa o lugar onde existia a capela de 1698, que foi edificada pelo Capitão Antonio Vieira Tavares, dando origem à cidade de Salto.

 Ponte Pênsil
Praça Dr. Archimedes Lammoglia - Centro
Foi construída em 1913, para possibilitar o acesso de pescadores ao antigo “Porto das Canoas”. Constitui atrativo turístico especialmente por instigar o espírito aventureiro de visitantes a aproximar-se de um belíssimo cenário às margens do Rio Tietê.

Convívio D. Pedro II
Av. D. Pedro II - Centro
É uma das principais ruas comerciais da cidade e também o ponto de encontro de jovens e famílias nas noites e finais de semana, principalmente no verão. Conta com sorveterias, lanchonetes e restaurantes, formando um clima agradável para encontrar amigos e desfrutar de momentos de lazer. Foi inaugurada em dezembro de 1991.

Praça XV de Novembro
Inaugurada em 16 de junho de 1968, uma das praças mais movimentadas da cidade. É um ponto de encontro de pessoas de todas as idades.

Praça Antônio Vieira Tavares
Centro - em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora do Monte Serrat.
Era conhecida como Pátio da Igreja. Em 28 de maio de 1934, tomou o nome atual. Pertence ao núcleo inicial da Povoação de Salto da última década do século XVII. A demora da cidade em homenagear o seu fundador se deve ao fato de que, até as primeiras décadas do século XX, ninguém sabia ao certo quem era ele, além da dúvida de que o povoado surgira naturalmente com o agrupamento indiscriminado de gente vinda da vizinhança e de índios que habitavam a região. Livros “tombo” de igrejas serviram para desvendar esse quase mistério. Está localizada no marco zero da cidade, em frente à Igreja Matriz e do prédio da antiga fábrica Brasital.

Escola Estadual Tancredo do Amaral

Avenida D. Pedro II - esquina com Rua Prudente de Moraes - Centro
Por meio de um decreto de 20 de outubro de 1913, Salto passava a contar oficialmente, com o primeiro Grupo Escolar, com a anexação de oito escolas isoladas e criando-se mais duas classes. O início de seu funcionamento deu-se no dia 28 do mesmo mês, embora a inauguração oficial só viesse a acontecer no ano seguinte. Todavia, só em 21 de abril de 1932, o vestuto casarão da Av. D. Pedro II, receberia o nome de “Grupo Escola Professor Tancredo do Amaral”, uma justa homenagem a um dos primeiros professores de Salto. Antes disso, por algum tempo foi também conhecido pelo nome de Grupo Escolar “João Pessoa”. É um patrimônio tombado pelo CONDEPHAAT em 30 de dezembro de 2002.

Prédio da Antiga Fábrica Brasital
Praça Antônio Vieira Tavares - Centro
O prédio da Brasital tem estilo arquitetônico inglês, baseado em castelos medievais, tendo sido usado em sua construção o Granito Salto, o granito róseo típico de nossa região. No início do século XIX, Salto vivia basicamente da agricultura, pesca e pecuária. Na metade do século XIX, com o surgimento da ferrovia (1873), começaram a surgir as primeiras indústrias têxteis, a Júpiter e a Fortuna. Em 1904, a Júpiter e a Fortuna foram compradas pela Sociedade Ítalo-Americana.
O complexo passou a chamar-se Brasital em 1919 (o nome Brasital é a junção de Brasil e Itália). A Brasital empregou muitos imigrantes italianos e também saltenses. Na época, Salto tinha 5000 habitantes, sendo que 1300 trabalhavam na Brasital.
A Brasital também foi conhecida como “mãe dos saltenses” por conceder muitos benefícios à cidade como: empregos, casas para funcionários, cooperativa, creche e convênio médico. Em 1981, a Brasital foi vendida para o Grupo Santista que atuou em Salto por mais 14 anos e em 1995 a Santista encerrou suas atividades em Salto. Em 2000 o prédio foi comprado por um centro universitário.



Monumento aos Imigrantes
Avenida D. Pedro II - esquina com Rua 9 de Julho - Centro
Em dezembro de 1991, juntamente com o Convívio D. Pedro II foi inaugurado o Monumento aos Imigrantes. A obra, de autoria de Dionício José Manoel Freire, presta homenagem aos imigrantes europeus, principalmente os italianos, que marcaram o panorama social e cultural da cidade.


Mais informações: www.salto.sp.gov.br

2 comentários:

  1. Agora eu quero ver a programação alternativa que o Ricardo disse que tem!

    ResponderExcluir
  2. Eu também! Até porque a sugestão foi dele neh?

    ResponderExcluir

Tecnologia do Blogger.